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 Crítica do The Los Angeles Times aos arquivos liberados pelo FBI.

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byanca jackson
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MensagemAssunto: Crítica do The Los Angeles Times aos arquivos liberados pelo FBI.   29th Dezembro 2009, 00:00

Arquivos do FBI sobre Michael Jackson dão mais preguiça do que chiam.
By Harriet Ryan and Kimi Yoshino
publicada em 23/12/2009

Quando o FBI anunciou, na semana passada, que pretendia tornar público
seus arquivos secretos sobre Michael Jackson, as bombas pareciam
garantidas. Como poderiam centenas de páginas de informações de dentro
do governo, sobre o homem mais famoso do mundo, e no caso, o menos
convencional, fosse outra coisa que não bombásticas?

Mas o material liberado na terça-feira acabou por
ser mais enfadonho do que sensacional em suas 333 páginas; um conjunto
de fotocópias de artigos de tablóides que foram manchetes há anos
atrás, e que foram fortemente reeditados para os relatórios da
investigações.

O arquivo aberto ao público, como resultado de pedidos de liberação
Information Act por agências de notícias, não continha nenhuma
informação acerca da morte de Jackson em Junho, ou prova penal que
comprometesse seu médico pessoal.

O que se pode inferir a partir dos arquivos
volumosos foram coisas do tipo notas de rodapé que os vários biógrafos,
provavelmente, poderiam relegar - ou não incluir neles.

- Que Jackson, por exemplo, era o tipo de pessoa que sorria em fotos
para licensa de motorista (o arquivo incluiu uma copia de uma licensa
vencida).
- Ou que Bubbles, o chimpanzé de estimação do cantor, fez parte do
inquérito em uma investigação de uma denúncia feita por um garoto de 13
anos, que alegava que Jackson o havia molestado, e que levou um agente
a rabiscar as palavras "chimpanzé macho" por duas vezes em seu caderno
(isso permanece um mistério, graças aos censores do FBI que redigiram
grande parte do resto da escrita na página).

A maior parte do arquivo - quase 200 páginas - diz respeito a um homem
que foi preso por perseguir Jackson há 17 anos atrás. Frank Paul Jones
tinha um histórico de ameaçar matar o presidente e havia sido preso
várias vezes fora da Casa Branca, de acordo com relatórios de
investigação. Em cartas coletadas pelo FBI, Jones alegou ser o filho de
John Gotti, exigiu dinheiro e se comprometia a "cometer assassinatos em
massa em um concerto de Michael Jackson." Um juiz federal de Los
Angeles o sentenciou a dois anos de prisão, em 1993, pelo envio de
ameaças a Jackson.

O resto do arquivo, no entanto, reflete o papel
marginal que o FBI executou em outras ocasiões. A polícia de Los
Angeles abriu o caso de 1993, que não resultou em acusações criminais.

Os agentes federais ajudaram detetives a
arranjarem uma entrevista, com duas testemunhas, nas Filipinas,
publicando suas histórias nos tablóides britânicos.

Uma década depois, as autoridades do Condado de Santa Barbara estavam
no comando, quando outro menino de LA acusou o cantor de abuso sexual.
Os registros mostram que o FBI ajudou a coletar evidências para o
processo, e que os investigadores locais procuraram ajuda federal "para
desenvolver uma estratégia e instaurar o processo fornececendo
orientações forenses." Conversas subsequentes com funcionários do FBI
em Quantico, não foram detalhadas.

Jackson foi absolvido em um julgamento em Santa Maria, que atraiu um
contingente internacional de imprensa e as autoridades locais tinham
preocupações com ataques terroristas. Um agente escreveu que a polícia
local acreditava que o processo poderia ser "um alvo fácil para o
terrorismo", devido à cobertura da mídia em todo o mundo, mas observou
que não havia indícios de um ataque.

O Natal marca o aniversário de seis meses da
morte de Jackson, cujo legista classificou como homicídio resultante de
uma quantidade letal de anestésico cirúrgico. Os documentos do tribunal
identificaram o médico do cantor, Conrad Murray, como o alvo de uma
investigação em curso conduzida por homicídio culposo em diversas
agências, incluindo a Polícia e o escritório do procurador do distrito
LA County.

FONTE: THE LOS ANGELES TIMES.
http://www.latimes.com/news/local/la...wed+Stories%29

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